Produção coletiva de registros. Vídeos, textos e fotos, que contam a história das cidades de Bom Jesus do Tocantins, Pedro Afonso e Tupirama, Tocantins, BRA.
Uma rendeira habilidosa e expêriente consegue fazer praticamente qual quer trama, renda de metro, trilhos e toalhas de mesa, blusas, labirintos para rede... manuseando os bilros sobre sua almofada. A delicadeza e diversidade de formas impressiona.
As pesquisas que fizemos, apontam que a técnica surgui possívelmente na Europa. Escolas portuguesas dedicava-se exclusivamente a ensinar a arte. No Brasil, a renda está presente em todos os estados, com maior ou menor frequência.
Aqui em Pedro Afonso, no estado do Tocantins, o ofício ou arte da renda ganha características regionais, onde se destaca principalmente pelo uso de materiais naturais. Dentre as multiplas possíbilidades, as almofadas daqui são recheadas com folhas secas de bananeiras, os bilros confeccionados com madeira de taboca e coco de tucum. A renda é tecida sobre o molde de papelão, e presa com espinhos de Mandacarú, como mostra Luciana Duarte na foto abaixo.
A renda de bilro, também denominada renda de almofada, utiliza-se da técnica artesanal que consiste em tecer os fios com pequenas bobinas feitas de semente (coco) da palmeira de tucum, com haste de madeira ou bambu, tendo como base moldes de papel ou papelão fixados numa almofada cilíndrica, onde, a partir de perfurações com alfinetes ou espinhos em sua superfície, são desenhados os motivos e pontos que darão forma ao produto final (p. 21).
Livro: Raposa de redes e rendas Autora: Flávia Cerveira Tavares
Nossos jovens entrevistaram rendeiras locais para saber mais sobre a arte da renda.
No dia quatro
de setembro conversamos com o Sr Josias sobre a celebração da Libertação dos
Jegues, que aconteceu em 1956 em Pedro Afonso.
O evento
representou a libertação dos jegues usados durante muito tempo para carregar água
do rio Sono até a casa dos moradores que poderiam pagar pelo serviço de
transporte, ou possuíam seu animal. Essa água era coada com pano, para separar sujeiras
maiores, e usada para as tarefas da cozinha, limpeza e banho. As demais
famílias buscavam pessoalmente a agua no rio, tomavam banho lá mesmo e lavavam
sua roupa no ribeirão que tinha na entrada da cidade, hoje seco.
Com o passar
do tempo, essa água direto do rio, foi causando muitas doenças.
Houve a perfuração
de um poço artesiano, e a cidade passou a dispor de água encanada. Entretanto a
água que chegava ás residências era salitre, como relata Sr Josisas e sua esposa Josefa, moradores de
Pedro Afonso, imprópria para beber, lavar e cozinhar.
"Só é boa para a planta, para o coqueiro da praia."
Há relatos
explicando como a louça ficava sebosa e esbranquiçada, quando era lavada com a água
salitre do poço. Mas o que é salitre afinal?
"O salitre é uma substância que existe em certos solos a que os químicos chamam nitrato de potássio. Se a parede de um edifício está em contacto com um solo que contém salitre, ou se foi utilizada terra ou areia na sua construção, pode sempre ganhar salitre com a humidade. A água dissolve o nitrato de potássio da terra e trá-lo para a superfície da parede, geralmente nos cantos, onde a água se acumula. Depois, à medida que a água evapora, o salitre aparece sob a forma de cristais." Fonte e Mais informações
Percebendo a
urgência da situação, o poço foi abandonado e a água do Rio Sono voltou as
casas, agora pelos canos.
Atualmente a
água captado do Rio Sono é filtrada e tratada, antes de ser distribuída aos
moradores da cidade. Na gestão de 2014, a prefeitura trocou os filtros e
trabalha para garantir que todos os moradores da área urbana possuam um relógio
medidor em sua casa, assegurando assim a boa qualidade da água e do serviço
prestado.
Assista abaixo a entrevista realizada com o Sr Josias e saiba mais sobre essa parte da história de Pedro Afonso.
Escrevemos hoje para compartilhar um pouco da história da cidade de Tupirama, e sua relação com as mangueiras.
Para chegar até aqui, em Tupirama, a maioria das mangueiras fizeram mais ou menos a seguinte viagem... Vieram da Ásia, diz Dona Nazaré. Da Ásia era transportada para Belém e de Belém para Tupirama, subindo o Rio Tocantins junto com migrantes e, mais tarde, também por um homem chamado de ´ZezinhoAlencar`, mercador que trazia de Belém, toda a sorte de coisas, dentre elas pão e mangas.
Imagem do Google Mapas. Editado por Patrícia Li, 2014.
Uma viagem de quase 1.300 km, de Tupirama a Belém no Pará, pelo Rio Tocantins.
Aos poucos a manga foi virando uma tradição e os pés foram se espalhando pela cidade, que hoje dispõem de aproximadamente (37) trinta e sete espécies, como manga comum, manga de leite, manga arroz, casada, manga rosa, manga de mesa, mangita e a manga espadinha.
A cidade de
Tupirama ter por tradição a realização da Festa da Manga, que acontece
geralmente nos messes de maturação da fruta, entre Outubro e Novembro.
Contam que a idéia começou com Dona Maria do Erasto, que vendia frutas durante o Festejo de Nossa Senhora de Nazaré, juntamente com a abundância da fruta, o costume foi virando tradição e celebração.
Antigamente a
comemoração acontecia ocasionalmente, divulgava-se as espécies de manga na
cidade em exposições e comercializava-se o Licor de Manga, produzido localmente. A noite acontecia show com banda grande, de
outra cidade, para dançar.
Quando o Sr.
Ferlizardo, morador da cidade descobriu que Tupirama, era a única cidade do país a realizar a Festa da Manga,foi em um tempo em que a tradição estava um
tanto abandonada. Entendendo a importância da celebração, quando retornou para
Tupirama, reuniu e motivou a comunidade, reiniciando os festejos. Em 2003 com
decreto de lei, a festa ganho nome deFesta
Cultural da Manga, e incluida no calendario oficial da cidade.
Com a manga é
possível fazer todo tipo de comida como mousse, sorvete, picolé, panetone, compotas,
geleias, vinagres, doces, bolos, pudim, brigadeiro, licor, etc.... E nem o caroço se perde, com ele são feitos chaveiros
bem legais.
A festa tem grande
importância por reunir as pessoas, os filhos dessa terra espalhado pelo mundo
vêm, com seus familiares e amigos participar da comemoração e se deliciarem com
os pratos típicos e festas junto da população local. É um dia de
exposições, muita comida e música para dançar a noite, geralmente
realizada no Espaço Cultural de Tupirama.
“Apesar
do evento da Festa da Manga ser uma celebração ativa no município, cada vez
mais os pés de mangas estão sendo derrubados e desaparecendo da paisagem da
cidade. O risco é tanto
que para a realização da própria Festa da Manga, na atualidade, são trazidas
frutas de outras cidades.
Tupirama
é reconhecida em nível nacional, por causa da festa da manga, sua tradição
cultural desde os anos setenta. Para alguns, a Enchente de 1980 foi o principal
motivo para que as pessoas se mobilizassem para este evento. Em 1984, pessoas
da comunidade se uniram e reativaram a celebração. Filhos que amam sua terra e
sua tradição abraçaram esta causa de alma, mente e coração. Porém, em 1992
houve interrupção novamente.
Felizardo,
um dos moradores da cidade, diz que em 1995 estudava em outro estado e foi
chamado pelo professor para confirmar se Tupirama era a única cidade que fazia
festa da manga no Brasil. Meio sem jeito, Felizardo confirmou, mas não
mencionou que a festa já não acontecia mais. Depois desse episódio, Felizardo
entendeu o tamanho do reconhecimento que a celebração tinha como referência
para sua cidade Tupirama. Pensou, debateu, discutiu e no ano de 2003, filhos de
Tupirama uniram-se mais uma vez. Tomaram uma atitude, ou seja, uma decisão:
reativar a Festa da Manga, sua cultura e tradição.
Oficiou
aos vereadores propondo que se criasse uma lei tal incluindo a festa da manga
no calendário oficial. Fez exposição de motivos: que a Secretaria da
Agricultura plantasse um viveiro de espécies que por aqui se encontrasse, como
também buscar outras onde quer que se ache para em cada festa se doar mudas a
quem se interessasse. Para o crescimento e a consolidação também
aperfeiçoamento dessa cultura e tradição. Que cada vez mais se desenvolve onde
todo o mundo se envolve, passada de pai para filho de geração em geração. Houve
adesão total, e já em 2004 aconteceu a primeira edição da Festa Cultural da
Manga. Através do requerimento do vereador Tião nº 48 20/11/2003, houve sua
realização.
Festa
Cultural da Manga foi o nome oficial aprovado, e conseguiu-se através de órgãos
competentes do estado. Uma engenheira alimentar veio para a cidade ministrar
curso sobre aproveitamento da manga e seus derivados. O evento não atrai só
pessoas de municípios vizinhos, mas também de diversas partes do estado.
Pela
lei nº 9 de 22/09/2005, a Câmara Municipal inclui a Festa Cultural da Manga no
calendário oficial. Sempre no segundo final de semana do mês de novembro, mas
não há uma regra absoluta, pois a data se adianta ou às vezes se atrasa de
acordo com o amadurecimento da fruta. A Assembleia Legislativa do Estado também
a reconheceu pela lei 2.122 de 04/08/2009. Desse modo, a cultura de Tupirama é
reconhecida como patrimônio cultural do estado do Tocantins. O Evento é
realizado anualmente geralmente final do mês de Outubro ou inicio de Novembro.
A
manga por sua vez é bastante diversificada em forma, tamanho e cor, espécies,
consistência e sabor. Possui inúmeras propriedades alimentares e medicinais
delas se faz vários pratos, artesanato e muito mais.
Em
entrevista em 9 de junho de 2014 com a Sra. Nazaré Mendes Miranda Rodrigues,
uma das moradoras mais antigas e respeitadas da cidade, informou que as mangas
foram trazidas pelos primeiros ocupantes da região de Tupirama, vindos
principalmente do Pará. Esses primeiros moradores começaram a plantar os
diversos tipos de mangas, que foram se adaptando ao local. Assim, a implantação
das mangas em Tupirama acompanhou o processo de povoamento da região. A manga
representaria, então, o próprio movimento das pessoas que fizeram de Tupirama
sua morada.
Bem
antigamente, conta Maria da Paz, era comum que os moradores da cidade
homenageassem uns aos outros com serenatas. Quando uma bandinha canta aquelas
musicas a beira da janela à meia noite, geralmente para o aniversariante ou
para a mulher amada, que acordava, abria a janela ou apenas ligava a luz a
apreciava a canção.
Com o
passar do tempo, as bandinhas fora substituídas por radiolas com toca discos.
Assim era possível fazer declarações e homenagens anônimas, as quais causavam
grande curiosidade na comunidade, ansiosos para saber quem a realizou.
Em casos em
que o segredo não era necessário, quando a serenata terminava, o homenageado
convidava os cantores e a turma para entrar e festejar até o dia amanhecer.
As
serenatas fazem parte da história mais antiga da cidade. Hoje em dia, os jovens
não se declaram com serenatas nem os aniversariantes são homenageados com tal
forma de expressão.
Dona Maria
da Paz argumenta que provavelmente a televisão, e o avanço da tecnologia, foi
substituindo aos poucos essa pratica. A diversão deixou de ser as cantigas e
passou a ser a TV.
As cantigas
e serenatas orquestradas por bandinhas locais estavam presentes também em
festejos e comemorações da cidade por muito tempo, como quando os jovens vinham
da cidade grande para passar as férias com a família e nos festejos de São João
e Nossa Senhora de Nazaré.
Pesquisa e redação: Taís Craveira da Silva, Meirilene Tavares da Silva.
O Rio
Tranqueira foi catalogado como um lugar que representa um bem natural e
histórico da cidade de Tupirama. A nascente está na cidade de Guaraí
próximo a BR 153 e deságua no rio Tocantins próximo a Praia dos Costa, em
Tupirama. Tem largura maior na temporada de chuvas, e diminuí bastante durante
o período de seca, possibilitando o aparecimento de inúmeras praias, bancos de
areia e locais para banho.
Mapa do Rio Tranqueira 2014, Patrícia Li - Google Mapas.
"Local muito bem apreciado por moradores da região e cidades circunvizinhas.
Na zona rural aproximadamente 32 km da cidade, a Fazenda Barro Vermelho é um dos pontosturísticos mais frequentados, o Sr. Pedro Rodrigues da Silva conhecido como Pedão, morador antigo, conta que ‘durante o mês de julho o lugar é bastante frequentado, por admiradores do local, eles armam acampamentos e se divertem’. Na Fazenda ele serve bebidas. O Sr. Pedro relata que durante o period chuvoso o local é mais atrativo para a pesca, só que por ser período onde a pesca é proibida no estado, geralmente a pesca é feita só para o consumo próprio em poucas quantidades. Local bem frequentado, tem acesso à energia elétrica e estacionamento."
Redação: Therezinha Costa e Kênia Rocha
E hoje em dia o
rio é citado como um dos principais pontos turísticos de Tupirama. Isso atrai
pessoas de vários cantos do Brasil como, Bom Jesus, Guaraí, Pedro Afonso,
Tupirama, Palmas, Brasília, Goiânia, Rio de Janeiro, São Paulo, etc.. As visitas ocorrem
principalmente no mês de julho já que é a melhor época para se visitar, quando
ele apresenta água cristalina do verão e boas condições de banho.
Para muitas pessoas o rio significa muito, principalmente para os
descendentes da tribo indígena Krikati. Varias pessoas que morram próximas ao
Rio Tranqueira não procuram o lugar só por lazer, mais também para seu sustento
com as variedades de peixes como, Piau, Pacu, Baiacu, Pintado, Barbado,
Surubim, Cascudo, Mandi, Corro, Piaba, entre outras.
Usam a água para beber e lavar roupa. Assim, o Rio é muito importante
para todas as pessoas, seja visitante ou morador, pois faz parte da nossa
história.
Acredita-se que
origem do nome Rio Tranqueira surgiu por causa dos lixos, galhos de árvores e
afins, carregados pelas águas na época das chuvas e com as
enchentes.
Cidadezinha do interior do Brasil, margeada a esquerda pelo Rio Tocantins e a direita pelo Rio Sono, grandes rios que complementam a alimentação de famílias de pescadores...
Na época da seca, o nível dos rios baixam, mostrando grandes bancos de area, e assim, no mês de julho temos inumeras praias para tomar banho e espantar o calor.
Estudantes durante pesquisa de bens histórico culturais na cidade. A visita ao rio, conversa com moradores e ribeirinhos nos ajudam a entender como o Tranqueira faz parte da vida e da história da população local.
Jean Costa, filho de ribeirinho, compatilha a importância do Rio para sua família, como fonte de alimento e de lazer.
Sara entrevistando Jean Costa.
Entrevista com ribeirinho. Ariela.
Parte dos estudantes do cursinho desfrutando das belezas naturais e turísticasde Tupirama, depois do trabalho de pesquisa. Geissa, Yasmin, Ariela, Carlos, Valquiria, Lucas, Hakkinen e Bruno.
Estudantes durante pesquisa de bens histórico culturais na cidade.
Entrevista com Maria da Paz nos deu mais algumas informações sobre esse forma de expressão. Ela considera que o avanço da tecnologia, como a televisão, substituiu aos poucos o entretenimento que as serenatas proporcionavam. Por ser um bem presente apenas na memória dos moradores, tivemos dificuldade em conseguir informações e fotos.
Estudantes durante pesquisa de bens histórico culturais na cidade.
Entrevista com Sr Josias, sobre o trabalho com jegues na distribuição da água e o momento da sua libertação, depois da implantação da rede de canos e perfuração de poço.
A água consumida pelos moradores da cidade vinha geralmente do Rio Sono, carregada em latas pelos jegues, então, os moradores coavam a água em potes de barro, com panos.
Potes de barro, tradicionalmente usado para coar a água do rio (a esquerda), ainda são usados diariamente (a direita).
Hoje ainda bebemos água do Rio Sono. Ela é filtrada, tratada e distribuida.O subssolo do Estado do Tocantins é composto por água salbra, uma mistura de água doce e salgada inadequada para uso doméstico. Sendo muitas vezes, inviável perfurar poços.
A cavalgada de bom Jesus acontece no
padroeiro, com participação de pessoas de todas as regiões. Tendo animais de
toda espécie, cavalos, burros, bois, jumento e ate cavalinhos de madeira para
criançada.
Os moradores da cidade adoram quando
o dia da cavalgada vem, muitas dizem “ eu adoro a cavalgada de Bom Jesus”, por
trazer muita alegria e diversão a esses moradores, além de resgatar a tradição
e memória da cidade.
O titulo do Bom Jesus esta sendo levado
pela comitiva boiada 7 Ouro, a mais de 2 anos sem dá chance pra outras comitivas.
Segundo alguns moradores da cidade do Bom Jesus TO o local onde hoje
está instalado o pé de tamarindo é um patrimônio dos moradores do município.
Uma antiga árvore que cresceu junto com cidade, plantado pelo seu
Orlando Pereira da Luz ha mais de 70 anos segundos alguns moradores.
Essa antiga arvore deixa pequenas
lembranças em romances vividos por muitos que passaram pela cidade, além
de servir de espaço de lazer e para recreação dos pioneiros mirins e entre
outras finalidades.
Também servem como sombra, referência
para endereço, como lugar para descanso nas cavalgadas.
E considerado como patrimônio pela
grande parte dos moradores encontrados no centro da cidade. Por; Marina Daiane, Isaac Carlos Orientação: Prof.º Eliezer Macedo
Igreja Em 1955 inicia-se em Bom Jesus do TO o movimento para
a construção da Igreja Matriz na Praça Central do município.
Naquele tempo não existia carro, então os morados tinham que
carregar os tijolos das olarias em Pedro Afonso ate a construção na cabeça, e
em carros de boi.
A aposentada Maria Lima Barbosa relatou que quando foi para
construir a praça um morador que também era comerciante foi quem doou as
imagens que a igreja possui a principal e a do senhor Bom Jesus que fica em
destaque.
Ela também relatou que os festejos não eram realizados na
praça e sim nas casas dos moradores. Pela falta de um local adequado para
realizar as festividades.
Ainda segundo a aposentada a igreja mudou muito desde quando
foi construída. Ela era menor, agora tem mais espaços é forrada está bem mais
organizada e trás orgulho aos moradores da cidade.
Quem mora em Bom Jesus faz questão de todo domingo frequentar
as missas, mas o fluxo maior de pessoas é durante os festejos que é comemorado do dia 28 de Julho a
06 de agosto.
No início quando a igreja terminou de ser construída apenas
uma pessoa era responsável pela a organização e limpeza que era a própria dona
Maria Lima Barbosa.
Já para organizar os festejo a comunidade se juntava para
definir o que iria acontecer nos oito dias de festas agora com o passar dos
anos a igreja consegui pagar alguém para fazer a limpeza e zelar pela igreja.
Localizada em ponto estratégico de Bom Jesus do Tocantins a
igreja é motivo de orgulho dos milhares de devotos do santo padroeiro da
cidade, que graças ao apoio e esforço de seus moradores conseguiram
construí-la.